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Ciências Ambientais

A preocupação com o meio ambiente deixou de ser interesse de grupos isolados. Hoje, a preservação da natureza é considerada essencial para garantir a permanência humana na Terra. Os desafios ambientais da sociedade exigem a formação de alguém preparado para lidar com questões relativas ao meio ambiente, à sustentabilidade, à biodiversidade, à geodiversidade e à bioeconomia. O trabalho dos profissionais das Ciências Ambientais pode abarcar atividades genéricas – como a confecção de estudos de impacto ambietal, planos de controle e a gestão de unidades de conservação (Parques Nacionais, florestas e Áreas de Proteção Ambiental – APAs). O formado na área também pode se dedicar a funções mais específicas, entre elas a elaboração de estudos de valoração de impactos, métodos e tecnologias para minimização dos efeitos adversos ao meio ambiente e projetos de sustentabilidade.

geodiversidade

Além da vontade de contribuir para o enfrentamento dos problemas ambientais, o interessado em ingressar na carreira deve ter habilidade para atuar em perspectivas multidisciplinares. O curso também vai exigir aptidão para trabalhar com recursos tecnólogicos. Ao final da graduação, o estudante estará capacitado para realizar trabalhos de campo em conjunto com outros especialistas e para integrar informações e dados obtidos por diferentes técnicos. Também estará preparado para trabalhar com imagens de satélite, fotografias aéreas, confecção de mapas temáticos e desenvolvimento de sistemas de informações geográficas.

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Educação Patrimonial e Arqueológia

arqueologico

Mudança climática dificultará acesso à água de grande parte do planeta

Menos água nas regiões secas, ainda mais inundações, fluxos de rios modificados, contaminação. O aquecimento global transformará radicalmente o mapa do acesso à água e acirrará as tensões em torno desse recurso vital.

O aquecimento previsto ao longo do século XXI e a pressão demográfica reduzirão a quantidade de água disponível tanto na superfície como nas camadas inferiores do solo na bacia do Mediterrâneo, na Península Arábica, na Ásia central e na Califórnia (EUA), ressaltam os especialistas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) em seu relatório de março deste ano.

No norte de Europa, por outro lado, teme-se que haja maiores inundações em consequência de chuvas ainda mais intensas.

Seja por escassez ou por excesso de água, antecipar-se a estas mudanças é necessário, em um mundo com 800 milhões de pessoas sem acesso a fontes seguras de água potável.

Não se trata apenas de uma questão de quantidade. A variedade e a qualidade deste recurso também mudaria em um planeta mais quente, explicou à AFP Blanca Jiménez Cisneros, diretora da divisão de Ciências da Água da Unesco.

O derretimento acelerado das geleiras, por exemplo, pode provocar um aumento do volume dos rios, trazendo benefícios que durariam pouco tempo, na medida em que o manancial logo ficaria menos volumoso do que era antes do processo.

Um aumento da temperatura afetaria também a qualidade da água, pois favoreceria a multiplicação de plantas aquáticas, produtoras de toxinas difíceis de eliminar com tratamentos convencionais. E onde as chuvas se intensificarem, os centros de tratamento de água deverão eliminar uma quantidade maior de materiais contaminantes.

Outro efeito menos conhecido do aquecimento sobre a água: a salinização de áreas de água doce nos litorais e nas ilhas em razão do aumento do nível do mar. Em algumas regiões isso provocará a necessidade de uma dessalinização particularmente custosa.

Fator demográfico
Além das consequências apontadas pelos especialistas, a demanda por água potável pode crescer cerca de 55% até meados do século em virtude do crescimento demográfico e da atividade industrial, indicou um informe da ONU em março.

Em 2050, o planeta pode contar com 9,6 bilhões de habitantes, em comparação com os 7,2 bilhões atualmente.

O aquecimento será um fator de estímulo para a demanda. Uma central elétrica precisará de mais água para esfriar suas instalações e a população beberá mais e passará mais tempo no banho devido ao aumento da temperatura ambiente, explica Jiménez Cisneros.

A luta por água
Essas perspectivas colocam em primeiro plano a necessidade de adaptação.

Isso significa, antes de tudo, questionarmos nosso uso da água, promovendo tecnologias mais econômicas para os banheiros ou para lavar roupas, e pensando formas de reciclagem para determinados usos, como a irrigação, observam os especialistas.

Também será necessário em alguns casos construir diques e adaptar os códigos de construção.

“A noção de risco não deve ser menosprezada”, adverte o climatologista Hervé Le Treut.

“Quando os sismólogos dizem que há risco de tremores de terra, as pessoas geralmente aceitam e não constroem casas (no lugar); mas quando são mencionados riscos de seca ou inundações, há uma tendência de levá-los menos a sério, porque a meteorologia e a climatologia costumam estar mais associadas à ideia de previsão do que à ideia de risco”, acrescenta.

No entanto, o IPCC adverte em seu relatório que o tema da água é muito sensível e que algumas regiões correm risco de registrar uma “disputa” exacerbada entre usuários: agricultores, indústrias, setores energéticos, simples consumidores.

A competição pode provocar também tensões entre países, como já ocorre por exemplo entre Egito e Etiópia pelas águas do rio Nilo.

Falar de futuras “guerras pela água” seria exagerado, considera Richard Connor, especialista em água da Unisfera, um escritório de assessoria a governos e ONGs. Mas em alguns casos, reconhece, pode haver conflitos “em que a água seria a primeira causa, ainda que a princípio oculta”.

Satélites vão ajudar no monitoramento de fazendas

O monitoramento de áreas de preservação, reserva legal ou terras indígenas ficará mais fácil com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), informou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O decreto regulamentando o CAR, previsto no Código Florestal, foi publicado em edição extraordinária nesta segunda-feira do Diário Oficial da União. O cadastro é obrigatório para quem é dono de um imóvel rural.

satelite fazendas

Segundo a ministra, o sistema do governo federal para acompanhamento do cadastro, Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), disponibiliza imagens via satélite das propriedades rurais e permitirá aos órgãos ambientais dos Estados saber se as informações prestadas pelos proprietários são verdadeiras e definir onde fazer as visitas de campo.

“Essa análise é que muita gente apostava que os estados não iam dar conta. Nós estamos entregando pronta. Os estados vão ter uma ferramenta em mãos (…). A partir dali (da ferramenta), ele (estado) vai chamar o proprietário e fazer o programa de recuperação ambiental”, disse a ministra, em entrevista coletiva. De posse dos dados do cadastro, que devem ser enviados dentro de um ano, os Estados devem traçar planos de recuperação, negociando com os proprietários de imóveis rurais a recomposição ou compensação das áreas prejudicadas.

O sistema está no ar desde o ano passado, mas funcionava em fase de testes. O SiCAR, cujo desenvolvimento envolveu aproximadamente R$ 70 milhões, está carregado com imagens de satélite referentes aos anos de 2008, 2011 e 2012. As fotografias de 2008 são necessárias como referência, por se tratar do prazo limite que o Código Florestal estabeleceu para anistia aos casos de desmatamento. Imagens de 2013 e 2014 também deverão ser adquiridas. “O ministério até 2017 comprará (anualmente) imagens atualizadas”, informou Izabella Teixeira. De acordo com a ministra, “o sistema bloqueia fraudes”.

O prazo para proprietários rurais fazerem o cadastro é um ano a partir desta segunda-feira. Izabella Teixeira declarou que, embora esteja prevista no Código Florestal a possibilidade de prorrogação do prazo em mais um ano, o objetivo é que o CAR seja finalizado o mais rápido possível. “Eu desejaria que não fosse prorrogado. (O cadastro) é o primeiro passo para o programa de recuperação ambiental, que nunca foi feito neste País. É uma fotografia importante para o Brasil ter”, disse.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, existem aproximadamente 5,6 milhões imóveis rurais no País, cujos proprietários devem fazer inscrição no cadastro. Desses, 90% são pequenas propriedades, que ocupam cerca de um quinto das terras do País. O Código Florestal exige recuperação da vegetação nativa dependendo do tamanho da propriedade rural. (Fonte: Agência Brasil)
Foto: Satélites vão ajudar no monitoramento de fazendas

O monitoramento de áreas de preservação, reserva legal ou terras indígenas ficará mais fácil com o Cadastro Ambiental Rural (CAR), informou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O decreto regulamentando o CAR, previsto no Código Florestal, foi publicado em edição extraordinária nesta segunda-feira do Diário Oficial da União. O cadastro é obrigatório para quem é dono de um imóvel rural.

Segundo a ministra, o sistema do governo federal para acompanhamento do cadastro, Sistema de Cadastro Ambiental Rural (SiCAR), disponibiliza imagens via satélite das propriedades rurais e permitirá aos órgãos ambientais dos Estados saber se as informações prestadas pelos proprietários são verdadeiras e definir onde fazer as visitas de campo.

“Essa análise é que muita gente apostava que os estados não iam dar conta. Nós estamos entregando pronta. Os estados vão ter uma ferramenta em mãos (…). A partir dali (da ferramenta), ele (estado) vai chamar o proprietário e fazer o programa de recuperação ambiental”, disse a ministra, em entrevista coletiva. De posse dos dados do cadastro, que devem ser enviados dentro de um ano, os Estados devem traçar planos de recuperação, negociando com os proprietários de imóveis rurais a recomposição ou compensação das áreas prejudicadas.

O sistema está no ar desde o ano passado, mas funcionava em fase de testes. O SiCAR, cujo desenvolvimento envolveu aproximadamente R$ 70 milhões, está carregado com imagens de satélite referentes aos anos de 2008, 2011 e 2012. As fotografias de 2008 são necessárias como referência, por se tratar do prazo limite que o Código Florestal estabeleceu para anistia aos casos de desmatamento. Imagens de 2013 e 2014 também deverão ser adquiridas. “O ministério até 2017 comprará (anualmente) imagens atualizadas”, informou Izabella Teixeira. De acordo com a ministra, “o sistema bloqueia fraudes”.

O prazo para proprietários rurais fazerem o cadastro é um ano a partir desta segunda-feira. Izabella Teixeira declarou que, embora esteja prevista no Código Florestal a possibilidade de prorrogação do prazo em mais um ano, o objetivo é que o CAR seja finalizado o mais rápido possível. “Eu desejaria que não fosse prorrogado. (O cadastro) é o primeiro passo para o programa de recuperação ambiental, que nunca foi feito neste País. É uma fotografia importante para o Brasil ter”, disse.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, existem aproximadamente 5,6 milhões imóveis rurais no País, cujos proprietários devem fazer inscrição no cadastro. Desses, 90% são pequenas propriedades, que ocupam cerca de um quinto das terras do País. O Código Florestal exige recuperação da vegetação nativa dependendo do tamanho da propriedade rural. (Fonte: Agência Brasil)

Conceitos de Avaliação, Estudos e Relatórios de Impactos Ambientais

Impacto Ambiental
Considera-se impacto ambiental qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota, as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; a qualidade dos recursos ambientais.

BLOG GESTÃO AMBIENTAIS

Avaliação de Impacto Ambiental (AIA)
Instrumento de política ambiental, formado por um conjunto de procedimentos capazes de assegurar, desde o início do processo, que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta (projeto, programa, plano ou política) e de suas alternativas, e cujos resultados sejam apresentados de forma adequada ao público e aos responsáveis pela tomada da decisão, e por eles considerados. Além disso, os procedimentos devem garantir adoção das medidas de proteção do meio ambiente, determinada no caso de decisão da implantação do projeto.

Estudo de Impacto Ambiental (EIA)
É um instrumento constitucional da Política Ambiental um dos elementos do processo de avaliação de impacto ambiental. Trata-se da execução, por equipe multidisciplinar, das tarefas técnicas e científicas destinadas a analisar, sistematicamente, as consequências da implantação de um projeto no meio ambiente, por métodos de AIA e técnicas de previsão dos impactos ambientais. O estudo de impacto ambiental desenvolverá no mínimo as seguintes atividades técnicas:

1- Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto: completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:

Meio físico – O subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos de água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas.

Meio biológico – Os ecossistemas naturais – a fauna e a flora – destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente.

Meio sócio-econômico – O uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e o potencial de utilização desses recursos.

2 – Descrição do projeto e suas alternativas
3 – Etapas de planejamento, construção, operação
4 – Delimitação e diagnóstico ambiental da área de influência: definir os limites da área geográfica a ser direta ou indiretamente afetada pelos impactos,denominada área de influência do projeto, considerando, em todos os casos, a bacia hidrográfica na qual se localiza.
5 – Identificação, medição e valorização dos impactos: identificar a magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médios e longos prazos, temporários e permanentes, seu grau de reversibilidade, suas propriedades cumulativas e sinérgicas, distribuição de ônus e benefícios sociais.
6 – Identificação das medidas mitigadoras: aquelas capazes de diminuir o impacto negativo, sendo, portanto, importante que tenham caráter preventivo e ocorram na fase de planejamento da atividade.
7 – Programa de monitoramento dos impactos
8 – Preparação do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA)

Relatório de Impacto Ambiental (RIMA)

Documento que apresenta os resultados dos estudos técnicos e científicos de avaliação de impacto ambiental. Constitui um documento do processo de avaliação de impacto ambiental e deve esclarecer todos os elementos da proposta em estudo, de modo que possam ser divulgados e apreciados pelos grupos sociais interessados e por todas as instituições envolvidas na tomada de decisão.

O relatório refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental:

– Objetivos e justificativas do projeto
– A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação a área de influência, as matérias-primas e mão-de-obra, as fontes de energia, os processos e técnicas operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos diretos e indiretos a serem gerados
– A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto
– A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade, considerando o projeto, suas alternativas, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação
– A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando-as
Diferentes situações da adoção dos projetos e suas alternativas, bem como a hipótese de sua não realização
– A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderem ser evitados e o grau de alteração esperado
– O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos
– Recomendação quanto à alternativa mais favorável (Conclusões)

Plano de Controle Ambiental (PCA)
O Plano de Controle Ambiental reúne, em programas específicos, todas as ações e medidas minimizadoras, compensatórias e potencializadoras aos impactos ambientais prognosticados pelo Estudo de Impacto Ambiental – EIA. A sua efetivação se dá por equipe multidisciplinar composta por profissionais das diferentes áreas de abrangência, conforme as medidas a serem implementadas.

Fonte Ambiente Brasil

Avaliação e Suporte de Sistema de Gestão Ambiental (ISO 14001)

​Um sistema de gestão ambiental (SGA) é o sistema que gerencia o impacto ambiental causado pelas atividades, produtos e serviços de uma empresa. O SGA proporciona uma estrutura organizada capaz de assegurar que todos os compromissos com a qualidade do meio ambiente sejam cumpridos, controlando os efeitos ambientais mais importantes de uma empresa e situando-a em conformidade com os requisitos legais e os critérios estabelecidos.

SGA

A norma ISSO 14001 possui a seguinte definição para um sistema de gestão ambiental:

“Parte do sistema de gestão de uma organização responsável tanto pelo desenvolvimento e implementação de sua política ambiental, quanto pelo gerenciamento de seus aspectos ambientais.” ISO 14001 clausula 3.8

As novas pressões e riscos aos negócios tem forte influencia na decisão de implementar um sistema de gestão ambiental. Poderíamos incluir entre eles:

• Preocupação da sociedade
• Atenção da mídia
• Empregados que desejam um ambiente de trabalho receptivo e agradável
• Exigências de clientes
• O principio do poluidor – pagador
• Globalização
• Novos conhecimentos e tecnologias
• Maior comprometimento com os requisitos legais e os critérios estabelecidos
• Novas legislações

Um sistema de gestão ambiental ajuda a superar essas pressões e riscos e demonstra responsabilidade social e corporativa.

A ISO 14001 favorece a criação de um sistema de gestão ambiental que vai de encontro aos interesses de qualquer participante de uma organização (mais informações sobre participantes a seguir), além de ajudar a:

• Reduzir os riscos e aumentar a sustentabilidade
• Facilitar o andamento dos negócios
• Minimizar gastos com energia e despesas inúteis
• Melhorar a reputação da empresa – responsabilidade social corporativa e moralmente ética e correta
• Reforçar o enquadramento legal
• Satisfazer os interesses de todas as partes envolvidas
• Obter reconhecimento internacional
• Melhorar o potencial de marketing
• Responder as pressões dos clientes

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Curso de aperfeiçoamento da Equipe de Engenharia da SUPREMO Ambiental.

Curso SUPREMO

SUPREMO realizando curso de capacitação de Professores em Educação Ambiental

Com mais de 11 anos, de soluções específicas e também integradas, em meio ambiente, a SUPREMO Ambiental, realiza mais uma etapa do curso de Capacitação de Professores em Educação Ambiental, para a VOTORANTIM Cimentos; realizado nos dias 11/03 em Edealina, 12/03 em Edéia e 13/03 em Indiara, no período noturno (18:00 às 22:00). Ministrado pela Historiadora da SUPREMO Ambiental, Ms. Rúbia Carla M. Rodrigues.
Curso de Capacitação de Professores
imagecapacitacaosupremo

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Palestra na Votorantim recebe historiadora Rúbia Carla

NOTICIA2702

Palestra sobre responsabilidade socioambiental na Votorantim

Pouco ou nada se fala sobre responsabilidade socioambiental, que nada mais é do que fazermos a nossa parte em favor do meio ambiente. Principalmente, dentro das empresas, por meio de soluções que devem ser socialmente corretas, ambientalmente sustentáveis e economicamente viáveis – A VOTORANTIM CIMENTOS S.A, uma empresa socialmente responsável, promove nesse dia 25/02/2014, às 10h, no auditório da fábrica da VOTORANTIM CIMENTOS S.A, em Edealina-GO, a palestra sobre a Legislação Brasileira de Proteção ao Patrimônio Arqueológico em consonância com a Lei Nº 9.605/98 – Lei do Meio Ambiente, ministrada pela historiadora da SUPREMO Ambiental, mestra em História Cultural pela PUC-GO, Coordenadora do Programa de Educação Ambiental do Projeto Edealina Votorantim Cimentos S.A.; Edealina, Edéia e Indiara – GO, Rúbia Carla M. Rodrigues.PALESTRA FÁBRICA VOTORANTIN